#3: Subsídio ao Carnaval

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  • Miguel Nakajima Marques

    Um ponto interessante de se explorar também é o critério para o recebimento de financiamento público. Afinal, não é qualquer grupo de pessoas pulando carnaval que pode receber dinheiro público, mas certamente que nem todos os grupos que merecem (por importância cultural) recebem.
    Outro ponto é a exclusividade da origem pública do dinheiro, ou seja, assim como em universidades públicas onde os professores são obrigados a manterem dedicação exclusiva à universidade, a fim de evitar que eles sejam “comprados” por empresas do setor privado, os GRES deveriam ter exclusivamente financiamento público, a fim de evitar a “compra” de influência e a prostituição da arte.

  • Rodrigo Pillotto

    Acho que entendi o pensamento do Milton Gonçalves, creio que ele pensou em trazer coisas populares, pra dar publico e, consequentemente, grana, talvez seria um plano de contingência. Não sei se esse seria o melhor caminho.

  • Thy Arc

    Muito interessante mas analisar sem realmente conhecer toda a dinâmica que envolve o Carnaval de RJ gera equívocos absurdos. De qualquer forma fica um questionamento, será que se fosse algo dito “erudito” seria mais aceito? Ah outra coisa o numero de projetos sociais desenvolvido com recursos da própria escola alguém fez esse levantamento, só por isso já vale cada centavo que a prefeitura INVESTE no carnaval. Valeu pelo podcast pessoal!