#17: Ensino religioso

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  • http://www.jaimeneto.com/ Jaime Neto

    Essa discussão de ensino religioso me lembrou do ocorrido numa cidade dos Estados Unidos, quando o conselho da escola decidiu exibir que os professores de ciências ensinassem o criacionismo em vez da teoria da evolução. Um ateu, em protesto a essa decisão, criou uma religião chamada “Pastafarianismo”, a fim de mostrar que todos os argumentos usado pelo conselho pra ensinar o criacionismo também servem para o insino do Pastafarianismo.

    Escreveu até sua própria “bíblia” dessa religião, que, se você for atrás, é uma comédia! Ele diz que acredita num Criador sobrenatural chamado “Monstro do Espaguete Voador”, formado por espaguete e almôndegas, e que seu profeta é um pirata. No paraíso deles tem um vulcão de cerveja e uma fábrica de Strippers, e no inferno a cerveja é sem álcool e as strippers têm doenças sexualmente transmissíveis. E o melhor, em vez de “amém”, eles falam “RAmén” ao concluir as rezas! KKKKK.

    Enfim, ele obteve sucesso no que ele queria, ao tentar mostra mostrar que se a natureza ou razão de ser das crenças de cada religião forem argumentos para torná-la”válida” ou não, isso vale para qualquer outra religião, e assim, praticamente todas perderão tal status frente às leis vigentes, pois, no fim das contas, suas crenças são todas baseadas em pura fé.

    Apesar de parecer uma bobagem feita só pra zoação, essa história ficou bem popular, e é usada frequentemente por ateus para contra-argumentar em discussões religiosas. E mais do que isso, pode-se até abrir igrejas da religião e não pagar impostos, como qualquer outra igreja!

    Vale a pena ler o artigo completo da wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Pastafarianismo) e dar boas risadas!

  • http://www.jaimeneto.com/ Jaime Neto

    Melhor comentário: “A humanidade é incrível, mas as pessoas é que são foda…”.
    Hahahahaha

    • Miguel Nakajima Marques

      Só verdades no Debate de Bolso!

  • Miguel Nakajima Marques

    Uma metáfora anedótica pessoal que acredito que se encaixa no tema (e no Jam Session):
    Durante toda minha infância, de 1990 até 2002 eu fiz aula de Judô em uma academia. Foi o esporte pelo qual descobri ter gosto e talento (não muito, mas mais talento do que para outros esportes).
    Durante meus 12 anos de escola (8 anos de 1o. grau e 3 anos de 2o. grau) eu esperei ansiosamente pelo momento em que uma aula de Educação Física abordaria (mesmo que superficialmente) a prática de Judô. Eu aguentei praticar (muito) futebol, vôlei, basquete, handebol e outros esportes em que sou medíocre. Eu era sempre o último a ser escolhido, não tinha coordenação suficiente para marcar pontos, não conseguia fazer passes e normalmente era objeto de chacota dos outros “colegas”.
    É realmente difícil determinar um currículo mínimo até mesmo dentro de uma disciplina específica.

  • Miguel Nakajima Marques

    Sobre o Jam Session de “Separação entre autor e obra”:
    Um exemplo que eu cito quando esse assunto entra na mesa é o caso do Bin Laden e o ocorrido em 11 de setembro de 2001.
    Bin Laden era engenheiro civil e planejou os ataques às duas torres de forma a conseguir derrubar os prédios que foram construídos para resistir à vários tipos de ataques terroristas. Mesmo que uma bomba explodisse no interior do prédio, boa parte da estrutura continuaria de pé.
    Os aviões utilizados foram escolhidos pela posição do tanque de combustível e a quantidade de combustível que eles estariam carregando naquela viajem. O ângulo das asas no momento da colisão foi calculado para que o combustível descesse pelos fossos dos elevadores e posteriormente pegassem fogo para derreter a estrutura metálica.
    Enfim, do ponto de vista puramente técnico, foi algo muito bem planejado e executado. De qualquer outro ponto de vista foi uma tragédia horrível que nunca mais deve ser permitida que ocorra.

  • http://www.jaimeneto.com/ Jaime Neto

    Essa discussão de ensino religioso me lembrou do ocorrido numa cidade dos Estados Unidos, quando o conselho de uma escola decidiu exigir que os professores de ciências ensinassem o criacionismo em vez da teoria da evolução. Um ateu, em protesto a essa decisão, criou uma religião chamada “Pastafarianismo”, a fim de mostrar que todos os argumentos usados pelo conselho pra ensinar o criacionismo também servem para o ensino do Pastafarianismo.
    Escreveu até sua própria “bíblia” dessa religião, que, se você for atrás, é uma comédia! Ele diz que acredita num Criador sobrenatural chamado “Monstro do Espaguete Voador”, formado por espaguete e almôndegas, e que seu profeta é um pirata. No paraíso deles tem um vulcão de cerveja e uma fábrica de Strippers, e no inferno a cerveja é sem álcool e as strippers têm doenças sexualmente transmissíveis. E o melhor, em vez de “amém”, eles falam “RAmén” ao concluir as rezas! KKKKK.
    Enfim, ele obteve sucesso no que ele queria, ao tentar mostra mostrar que se a natureza ou razão de ser das crenças de cada religião forem argumentos para torná-la “válida” ou não, isso vale para qualquer outra religião, e assim, praticamente todas perderão o status segundo as leis, pois, no fim das contas, suas crenças são todas baseadas em pura fé.
    Apesar de parecer uma bobagem feita só pra zoação, essa história ficou bem popular, e é usada frequentemente por ateus para contra-argumentar em discussões religiosas. E mais do que isso, pode-se até abrir igrejas da religião e não pagar impostos, como qualquer outra igreja!
    Vale a pena ler o artigo completo da wikipédia e dar boas risadas!